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Automóvel movido a dióxido de carbono




YEZ – Um carro ecológico inovador

O YEZ, um automóvel que usa o dióxido de carbono da atmosfera para produzir energia. Este projecto revolucionário e muito inovador, resultou de uma parceria estratégica entre a fabricante norte-americana GM e a chinesa SAIC – Shangai Automotive Industry Corporation.

Carro eléctrico YEZ

Este automóvel pretende ser um exemplo no que diz respeito á preservação da natureza.

Características do YEZ

O YEZ é um carro eléctrico que utiliza a energia solar captada através de painéis solares instalados no tejadilho. Além da energia solar, o YEZ usa também a energia eólica, aproveitada através de um sistema de rotores  instalados nas quatro rodas do carro que permitem a captação de vento para a produção de energia.

YEZ consome dióxido de carbono (CO2)

O YEZ consegue também recolher CO2 (dióxido de carbono), através do metal orgânico que converte a água da chuva e o dióxido de carbono, que paira na atmosfera, em energia eléctrica.  Depois devolver o oxigénio ao meio ambiente, num processo conhecido nas plantas como fotossíntese.

Yez CO2

A electricidade produzida por estes vários sistemas é depois armazenada numa bateria de iões de lítio que vai debitando energia para o automóvel, de acordo com as suas necessidades,  durante o seu andamento.

YEZ previsto para 2030

Existe a previsão para que o veículo eléctrico YEZ esteja a circular nas ruas em 2030. Ainda faltam alguns anos, mas é sempre uma boa notícia para a preservação do meio ambiente, particularmente interessante e inovadora na parte que diz respeito ao consumo de dióxido de carbono.






2 Comentários to " Automóvel movido a dióxido de carbono "

  1. Vitor Santos diz:

    Gosto de ler estas noticias mas chateiam-me quando falam em prazos tão longos, para uma coisa tão necessária como pão para a boca. Este tipo de veículos podem representar o volte face necessário para podermos acreditar que o futuro não é tão negro assim.

  2. Carlos Ferreira diz:

    Eu como estudante de Eng.Automóvel, entendo que os prazos sejam assim tao longos. Na verdade é apenas um prototipo que terá ainda de sofrer diversas optimizaçoes para que se possa “enquadrar” no mundo real. Não é uma tarefa facil mas parece ser uma boa solução para o futuro!

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